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Como dados podem ser mais do que uma estratégia de vendas

“Data is not just data. it’s the stories that you tell with data.” Esta frase mostra como podemos trabalhar com essas informações no momento atual. Para as empresas, dados são muito mais do que números, são estratégias. Usando os dados, você pode contar o que sua marca tem a dizer e o que ela representa para as pessoas. Por meio da análise de dados, é possível entender melhor o seu cliente, o que ele busca, seus desejos e suas dores e, assim, oferecer que ele realmente necessita.

O conhecimento gerado pelos dados, aliás, permite realizar uma série de ações práticas que vão muito além das vendas propriamente ditas. A venda final será uma consequência da aplicabilidade se conseguir com eles, e assim vencer a batalha ZMOT, o tão importante momento zero da verdade, pois é muito importante saber o que e quando falar com o consumidor no seu momento de pesquisa e decisão.

Com essas informações em mãos, podemos pensar em como produzir conteúdo relevante para os seus clientes, e também planejar ações B2B. Também podemos utilizá-los em ações B2B, ações de endomarketing e várias outras.  O céu é o limite para quem enxerga além das vendas. O conhecimento gerado pelos dados também pode ser usado em todas as fases do modelo See (awareness), Think (consideração), Do (comprar) e Care (fidelização). Mas lembre-se: em cada um desses estágios você precisa realizar a abordagem correta, com anúncios e formas de contato apropriadas.

O modelo que utilizamos aqui na Ad3+ (ad3plus.com) é a captação de 1st e 2nd party data, para, com eles, conseguir a plena compreensão do público da campanha e traçar seu perfil de comportamento. Realizamos a captação dos dados por meio de uma DSP proprietária junto com a Lotame, a maior DMP independente do mundo. Assim, entendemos o público que foi impactado ou interagiu com as campanhas e com o site do anunciante.   Com isso, determinamos os targets primários; conhecendo os targets construímos as personas, e, sabendo o que interessa e os hábitos da persona, criamos a jornada do consumidor, mostrando o que ele faz no seu dia a dia, quais os tipos de interação realiza, seu humor em cada um dos momentos.

A partir de tudo isso, traçamos as premissas estratégicas, gerando insights que vão muito além da mídia paga em si, com um conhecimento que pode ajudar a criar diversos tipos de ações multidisciplinares, como below the line (eventos com temas de afinidade), marketing de conteúdo (buscando com os dados o que melhor se encaixa em uma matriz de conteúdo), relacionamento (por exemplo, se descobrimos que o público tem bastante interesse por filmes, pode-se buscar parcerias com redes de cinema) etc.

Em qualquer manual de marketing sempre é dito que nada é mais importante do que conhecer seu cliente. Ao contrário do que ocorria no passado, em que eram necessárias pesquisas de mercado caras e demoradas, hoje as plataformas de dados permitem trazer uma enorme quantidade de informação em tempo real. Com isso, também em tempo real, criamos um modelo próprio e evoluído de funil, utilizando os dados para descobrir o comportamento, mapear o target, isolar os prospects (aqueles que de alguma forma interagiram com a campanha) e os supects (aqueles com comportamentos parecidos com os prospects). Assim, podemos enviar a mensagem correta no momento certo, aumentando a probabilidade de conseguir a desejada conversão.

Tudo isso é feito como se fosse uma contada uma grande história, e ao final dela, os dados permitirão não só potencializar as conversões, mas também melhorar os indicadores de awareness e brand, fortalecendo a imagem das marcas. Com isso, seus clientes poderão não só aumentar suas vendas, como entrar no coração e mente de seus consumidores, pois é muito mais fácil conquistar uma pessoa quando se conhece muito sobre ela.

#cases - 02 abr

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